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Maternidade do Hospital Anchieta: referência nacional em cuidado e acolhimento

Acolhimento, atenção e muito profissionalismo, assim são as maternidades do Hospital Anchieta de Taguatinga e Ceilândia. Unidades especializadas nos cuidados de gestantes, parturientes (mulheres em trabalho de parto) e puérperas (mulheres que acabaram de dar à luz), oferece uma série de serviços, como acompanhamento do pré-natal, partos (normais ou cesáreos, todos humanizados), pós-parto e também assistência ao recém-nascido. Mas, o que que diferencia essa maternidade de outras? É o atendimento humanizado e centrado na mãe e no bebê com infraestrutura e profissionais capacitados.

As salas de parto são equipadas para garantir conforto e segurança, e por ser um hospital geral tem todo o suporte médico necessário nas intercorrências; no pós-parto, com apoio a amamentação e todos os cuidados que essa nova família precisa. Somente em 2024 foram realizados mais de 1200 partos, e em 2025 já são 156 nos dois primeiros meses no Anchieta Taguatinga. Também são oferecidas consultas pré-natal, exames laboratoriais e de imagem, orientações sobre amamentação e cuidados com o bebê, parto humanizado, UTI neonatal para quando necessário, cuidados pós-parto, acompanhamento nutricional e psicológico.

O coordenador de Ginecologia e Obstetrícia, Caio Couto, destaca os desafios que envolvem a maternidade. “Vivemos num mundo em crise de informações e desafios diários, o que faz com que a mulher muitas vezes se desdobre em múltiplas jornadas e ainda se preocupe com a dificuldade em educar os filhos diante de toda problemática que a tecnologia nos traz”, ressalta. Segundo ele, o ideal é iniciar os atendimentos com os especialistas antes mesmo de engravidar. De acordo com o médico, essa atitude simples pode reduzir o risco de pré-eclâmpsia, salvando a vida da mãe e do bebê.

“A pré-eclâmpsia aumenta muito o risco gestacional por possibilitar que muitas intercorrências ocorram a partir dela, como a eclâmpsia, síndrome HELLP, descolamento prematuro de placenta, restrição de crescimento fetal e muitas outras. Por isso, é fundamental o tratamento com todo suporte com medicação, nutrição e até mesmo outros profissionais além da obstetrícia são muito importantes para controle da doença”, lembra o ginecologista.

Para Caio Couto, é necessário redobrar os cuidados com a saúde mental. “O vínculo com a criança fica muito afetado com a vulnerabilidade da saúde da nova mãe. Dessa forma, é necessário um acompanhamento e avaliação já no pré-natal, e que seja estendido também para o período do puerpério também”, destaca. “Saber que pode contar com outras pessoas nesse processo de ajuste e de adaptação é muito importante para ter mais força, saber que existe margem para os erros, entender que muito da maternidade será alcançado e aprendido com o tempo. Ter suporte emocional é muito importante nesse momento”, reforça Caio Couto.

Banco de Leite Humano: gotas que salvam vidas

O fonoaudiólogo do Banco de Leite Humano no Hospital Anchieta, Jardes Souza, atua há 12 anos no alojamento conjunto (quando o bebê recém-nascido sadio permanece ao lado da mãe, 24 horas por dia, no mesmo ambiente, até a alta hospitalar). “Com o passar do tempo exercendo esse trabalho nesse setor, entendi que a maternidade é algo que transcende o aspecto biológico; é mais do que gerar um filho. É uma verdadeira revolução na vida dessas famílias, muda totalmente o sentido e a maneira de enxergar o mundo” diz Souza.

Para Jardes, pôr em prática o conceito de equipe multiprofissional como ocorre no Hospital Anchieta só traz benefícios para os pacientes – sejam adultos, adolescentes ou crianças. “Nós temos liberdade para atuar, usando nossas habilidades com o objetivo de realizar a promoção, prevenção e tratamento da saúde, bem como a reabilitação. Acolher e aconselhar as famílias; proteger e promover o aleitamento materno sempre respeitando o protagonismo dos pais, envolvendo-os no planejamento terapêutico; cuidado centrado no paciente”, afirma.

O Banco de Leite Humano é um centro altamente especializado que funciona como Centro de Lactação. É uma ação criada para promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. Engloba as ações de coleta, processamento e distribuição de leite humano. “O leite doado é oferecido a bebês hospitalizados, geralmente aqueles que nasceram prematuros e/ ou de baixo peso que não podem ser alimentados pelas próprias mães. Toda mulher que amamenta é uma possível doadora de leite humano. Basta ser saudável e não tomar medicamentos que interfiram na amamentação”, finaliza Jardes Souza.

Serviço:

No dia do parto, a paciente se dirigirá até o Hospital Anchieta Taguatinga. Chegando lá, dará entrada pelo Pronto-Socorro Obstétrico, localizado no Hospital da Mulher, no 6º andar do Centro de Excelência.

Se a opção for no Anchieta Ceilândia, deverá dar entrada pelo pronto-socorro. No caso de agendamento pela entrada do setor ambulatorial, localizada no piso superior.

Para solicitar um orçamento, envie um e-mail para:

orcamentoparticular@hospitalanchieta.com.br.

Telefone: (61) 3049-9001

Sugestão de olho:

“Vivemos em um mundo com excesso de informações e desafios diários. Muitas mulheres enfrentam múltiplas jornadas e ainda precisam lidar com as preocupações da maternidade. O ideal é iniciar os atendimentos com especialistas antes mesmo de engravidar. Isso pode reduzir o risco de complicações, como a pré-eclâmpsia, garantindo mais segurança para a mãe e o bebê”, explica Caio Couto.